domingo, 30 de dezembro de 2012

MEU DESEJO PARA 2013

CURA. Essa palavra ganhou uma importância enorme para mim em 2012 e vai ser meu desejo maior para 2013. Ela pode ser aplicada no sentido médico: curar, sarar com tratamento... mas a palavra cura já existia em latim com o sentido de 'cuidado', 'atenção', 'diligência', 'zelo'.
Em 2013 eu quero a CURA pra minha filha peluda, a Judith. Ela é uma cadelinha de apenas um aninho, a mais alegre e bagunceira de todas. Não merece a doença que invadiu o corpinho dela. Em 2013 eu vou lutar pra que ela se CURE.
Pro ano que se inicia eu também quero CURA pra mim... quero me curar dessa compulsão por comida... não vou fazer mais uma vez aquela promessa vazia de que vou fazer dieta... não. Dessa vez eu quero me CURAR do que me faz gorda... e sei que o processo é longo e doloroso. Mas eu sei também que sou capaz.
E por fim gostaria muito que 2013 trouxesse pro mundo a CURA pro desamor. Que os seres humanos pudessem olhar com amor pras pessoas e coisas que os cercam. Pros animais, pro meio ambiente, pras pessoas que estão próximas. Eu desejo a CURA pra indiferença. Quantas vezes as pessoas passam por um ser sofrendo na rua, no trabalho, em casa e não tem nem um pouquinho de amor pra lhe dar?
Pra 2013 eu desejo 'cuidado', 'atenção', 'diligência', 'zelo', CURA.
Marina Victal

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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Encalhada Mesmo ( Ou Me nego a ser chata)


Gente que desfia rosário de reclamações é muito chata.
Você comenta: Tô meio gripada...E a pessoa já vem com todo o histórico de gripe, resfriado, pneumonia, tosse, bronquite....
Você faz a bobagem de perguntar pelo filho: E Fulaninho, vai bem? E lá vem o relato de todos os problemas do menino...e de como a vida de mãe é difícil.
É por isso que ultimamente, pra não ser chata, quando me perguntam sobre namorado eu só sorrio monalisamente  e saio de perto.

Marina Victal

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quarta-feira, 25 de julho de 2012

RECOMEÇO

Parar as engrenagens da mudança é mais difícil do que colocá-las em movimento. A vontade de mudar foi se instalando na minha mente e hoje estão entranhadas até a alma. A cada dia cresce a certeza de que é preciso renovar, recomeçar.

Há mais de 10 anos como jornalista percebo que, por mais incrível que a profissão me parecesse no início, hoje a vida ao vivo me interessa mais que a gravada em HD. Quero ter mais tempo pro dia e pro fim de semana. Quero feriado e passeio com meus cães aos domingos... quero ver a minha família com mais frequência...e encontrar alguém pra chamar de meu amor.

O primeiro passo, e sei que é só o primeiro de muitos, já foi dado. Comecei há cerca de um mês um cursinho preparatório para um concurso público. Não tenho a ilusão de que ser funcionária pública vai resolver todos os meus problemas. Mas, colocando os prós e os contras na balança, entendi que pode ser uma chance: uma chance pra ganhar melhor e me programar pra uma velhice mais saudável e mais feliz.

Apesar das dificuldades, voltar a estudar tem sido prazeroso (tirando a matemática, que realmente, não me pertence). E a perspectiva de ter um salário razoável abre as portas pro sonho. Ou melhor, pra muitos sonhos: uma casa com quintal...um carrinho...e mais tarde um negócio próprio.

O caminho é longo, mas a visão do fim dele me anima. "Bora" recomeçar a sonhar e a escrever aqui no Divinas também!!!

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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Trinta e poucos

Outro dia mesmo fiz trinta anos e veio a crise. Crise de achar que com trinta a minha vida deveria estar resolvida: casada, com um filho (ou grávida, ou planejando engravidar...), num emprego que me fizesse feliz e que me pagasse bem, com um carro, uma casa (ou planejando ter uma), etc, etc, etc.
Bom, aos trinta e dois ainda estou solteira e sem namorado. Sem filhos. Sem gravidez. Um emprego bacana, mas que não me faz mais feliz. Sem carro. Pensando em financiar um apê.
Aos trinta e dois há muitos casamentos: dos amigos e dos parentes. O nascimento dos filhos dos amigos e dos parentes. Incrível como todo mundo faz essas coisas aos trinta e poucos anos. Deve ser o tal do relógio biológico... Se bem que o meu pode despertar a vontade. Não há pretendentes a marido ou a pai. É complicada essa idade em que não se tem vinte e poucos e a vida pela frente. Mas que também não se tem quarenta e poucos e muito da vida conquistado.
Estou aqui tentando, juro, encontrar coisas divertidas e positivas dos meus trinta e poucos. Bem, tem....tem.....há, sim! Independência financeira. Ainda que isso queira dizer que eu mesma sou responsável pelas contas que não consigo pagar rsrsrsr. Tem também liberdade sexual, ainda que gorda praticamente não tenha vida sexual rsrsr.
Mas falando seriamente, há de positiva essa enorme consciência de quem eu sou, do meu tamanho, dos meus desejos, do que me faz feliz. Aos trinta e dois ela se apoderou de mim e não há como voltar atras. Eu sei que quero trabalhar naquilo em que acredito; sei que a maior riqueza de acumular anos é acumular experiências; sei que quero voltar a acreditar no amor e encontrar um amor; sei que a vida passa rápido, mas não tão rápido que a gente não possa parar pra admira-la. Marina Victal (nova Nina Rosa)

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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eles sofrem diante de nós!

Um cãozinho é espancado até a morte. É um yorkshire pequeno e indefeso, que cabe dentro de um balde. Um vizinho filma tudo pelo celular (o fato dele não tomar uma atitude para impedir a morte do animal me revolta, mas não é sobre isso que quero falar hoje). As cenas estavam em todos os sites, redes sociais e canais de TV na última semana. Voltando um pouco no tempo, é impossível não se lembrar da mulher que se amarra a uma corda para não ser levada pela enxurrada em Petrópolis. Ela tenta salvar o cão, mas acaba tendo que solta-lo. O animal é levado pela correnteza. Imagens como essas ficam voltando a minha cabeça. Tenho pesadelos horríveis. Essa da enchente, especialmente, me atormenta. Imagino-me no lugar dessa mulher, imagino que o cão levado é minha cadela... e sofro. Sofro muito. Acompanhei pelas redes sociais a mobilização que a morte de um rotweiller amarrado pelo dono a uma caminhonete provocou no país. Todas as redes de notícias especializadas em animais usaram o fato para cobrar leis mais severas para os agressores. Mas ao mesmo tempo, vi as fotos do pequeno York em todos os tablóides sensacionalistas e as imagens em todos os programas popularescos de TV. Como jornalista fico pensando na utilidade de se divulgar atrocidades como essas. Essa divulgação pode alertar a sociedade e os governantes sobre os absurdos que são cometidos contra os animais? Apesar do sofrimento que trazem, essas imagens podem ajudar a pressionar políticos a aprovarem leis como a Lei Lobo? Ou apenas alimentam a mórbida curiosidade humana e ajudam a levantar o ibope? O que vocês acham: é exploração ou alerta?

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terça-feira, 1 de novembro de 2011

CANSADA

Os jornais. Rápido.

Vou ali tomar café. Em 10 minutos. No máximo.

Pensa pensa pensa!!! Inventa uma realidade, ainda que ela não exista!

E faça o favor de inventar algo incrível e novo. Ou melhor: dois "algos" incríveis e novos.

Por favor, que seja bom.

Atende, telefone, pelo amor de Deus!

Ái meu Deus, não vai dar tempo!

Não vai dar tempo mesmo!

Ái Deus, me ajuda a fazer esse telefone atender.

E faça com que esse outro pare de tocar.

Corre corre corre

Amanhã? Não, meu amigo, por favor, tem que ser hoje.

Ok, deu tempo.

Não está incrível, mas foi o que deu pra fazer.

Me desculpe, eu sei que não está incrível.

Ufa, acabou. Posso ir.

No caminho vou rezando pra acordar mais criativa amanhã.

E recomeçar mais uma manhã de redação.
(Nina Rosa Produtora)

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sábado, 22 de outubro de 2011

SÁBADO DE CHUVA

Eu espero uma linha no computador

Um amigo que converse comigo e me diga que se importa

Eu nem espero mais o afago nos cabelos

E o abraço num dia chuvoso como hoje.

Eu espero que a vida não seja essa sequências de problemas

A resolver no trabalho.

Porque amanhã

Ninguém vai se lembrar de tudo o que eu resolvi hoje.

E pode ser que eu me esqueça de como viver o que realmente importa.

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

DIVINA TRABALHADORA

Em dois empregos, produzindo 12 horas por dias. Preciso dar mais algum motivo para o sumiço?
Mas a vida segue e eu ando correndo pra acompanha-la.Outro dia recebi release sobre vagas temporárias para o Natal. Credo!!!!!
Apesar da trabalheira e das olheiras, tô conseguindo pagar as minhas dívidas e pretendo guardar uma grana. Sem falar que estou conhecendo gente diferente e interessante!
Vou ali fazer mais uma pauta. Fui!!!

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domingo, 14 de agosto de 2011

Dúvida de aniversariante

Meu aníver vem aí. A fase não é boa para comemorações, embora eu goste da data. Tenho medo que as pessoas não apareçam...isso já aconteceu antes. Cada um por um motivo...meus amigos já me deram bolo nos últimos anos...
então tô aqui na dúvida: Acredito na amizade e corajosamente marco alguma coisa ou fico quietinha, medrosa?

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sábado, 6 de agosto de 2011

SOLIDÃO PALAVRA...

Eu fico pensando que eu devia me acostumar com a solidão. Quer dizer, minha vida é boa...tenho uma família maravilhosa, um trabalho bacana, alguns poucos mas bons amigos... Ainda assim eu sofro com um sábado a noite como o de hoje. Eu devia me acostumar e empunhar a bandeira da resignação. Ainda assim eu sofro pensando nos muitos sábados como o de hoje que virão.

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domingo, 17 de julho de 2011

Descobri hoje

Solidão não é uma taça de vinho sozinha num sábado a noite; Não é um dia dos namorados sem namorado; Não é nem esse medo de nunca mais ser amada. Solidão é não ter ninguém pra te levar a um hospital numa tarde de domingo...ainda que seja só por causa de uma conjuntivite.

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sábado, 4 de junho de 2011

PRONOMES POSSESSIVOS GENÉTCOS

Os meus não terão a chance do seu corpo atlético. Os seus não terão os meu cachos. Os seus serão seus; os meus, se vierem, serão só meus. Nossos filhos não serão nossos. .

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domingo, 29 de maio de 2011

Sonhos mudam. As pessoas também.

Tenho tido um sonho repetidamente há alguns anos. Um sonho ruim. Estou chegando atrasada a um espetáculo de dança no qual eu devia me apresentar. O teatro é o da minha antiga cidade. A professora é das antigas também. Eu chego e todos estão prontos e eu não. Percebo então que esqueci minha sapatilha e que meu figurino não me serve bem. Entro no palco assim mesmo e aí percebo que não sei a coreografia. É desesperador e constrangedor. As luzes estão sob mim e nada posso fazer. Na semana passada tive o sonho novamente, mas com mudanças significativas. O teatro é parecido, a professora também. Mas chego tranquila, apesar do atraso. Ao peceber que o figurino não me serve vou calmamente até uma pessoa e explico que o figurino não é o adequado e que vou optar por não me apresentar essa noite. Me encaminho para a platéia com amigos e juntos assistimos ao espetáculo. Não é mais balé clássico. É dança de salão. E estou feliz. Na próxima, sei que estarei no palco. Completa. Acordei com uma sensação de pertencer a mim mesma deliciosa.

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segunda-feira, 23 de maio de 2011

QUAL É A SUA, SÃO FRANCISCO?

Minha cachorrinha apareceu mancando no fim de semana.
Diagnóstico do veterinário: ela tem o mesmo problema que o Ronaldinho no joelho.
Subir e descer escadas nem pensar. Moro no terceiro andar. Sem elevador.
Ela agora sobe e desce no meu colo. Só pra lembrar: ela tem 15 quilos.
Agora preciso saber quem é que vai me dar colo quando meu joelho e meu coração não aguentarem mais.

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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Mais um dia dos namorados vem aí

Coisas que tenho medo que a solidão me faça esquecer:
- cafuné no cabelo; - café da manhã junto; - conversa de fim de dia;
- cinema de mãos dadas; - beijo com gosto de vinho tinto.

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sexta-feira, 8 de abril de 2011

CAMINHO PARA A CIDADANIA

abre aspas - Inaugurado ontem em BH o Centro Nacional de Defesa dos Direitos Humanos da População em Situação de Rua e Catadores de Materiais Recicláveis (CNDDH). Segundo o Ministério Público o Centro será um espaço de reflexão e discussão de políticas públicas para essas populações. fecha aspas.
Hoje pela manhã um morador de rua tentava pegar um ônibus na capital mineira. Três motoristas não permitiram sua entrada no veículo. Um quarto nem abriu a porta. Revoltado ele atirou uma latinha de refrigerante na porta do ônibus.
O caminho é longo...

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domingo, 3 de abril de 2011

NOITE DE GAFIEIRA

A vista é para a bela Praça da Estação. Juro é bonita sim! Já foi um lugar mal frequentado, mas hoje, revitalizada, dá vontade de dar uma passadinha lá de dia.

Mas a janela do casarão serve mesmo é pra refrescar. Poucos olham pra fora. O negócio é se encostar com a nuca pra brisa suave da noite enquanto o samba corre solto no salão.

A retomada do galpão do 104 Tecidos como espaço cultural é dos melhores acontecimentos nos últimos tempos na vida cultural belorizontina.

O casarão foi todo recuperado, mas não perdeu o charme. Já na entrada o Café com direito a piano de cauda e iluminação indireta deixam o visitante no clima. Os portais gigantescos e o pé direito absurdamente alto não intimidam. Pelo contrario, convidam à viagem.

Subir as escadas de ferro é como mergulhar nos bailes das décadas de 40 e 50 na zona boemia de Belo Horizonte. O som é da banda Senta a Pua: música instrumental de qualidade e repertório de clássicos do choro, maxixe, samba-canção, bolero e chá-chá-chá.

Os frequentadores são de todas as tribos. Jovens nostálgicos ainda usam os chapéus dos sambistas de outra década; casais de 50, 60 anos, os homens com sapato engraxado, as senhoras com os elegantes saltos; professores e alunos das escolas de dança de salão da capital; gente visivelmente com grana; gente aparentemente sem grana; meninas de vestido leve e sandália rasteirinha, prontas para enfrentar o calor.

*Aliás, o calor merece um comentário à parte. Voltemos às janelas. Elas são o único alívio para quem se arrisca a dançar. Tá aí o único pecado: faltam ventiladores ou ainda um bom ar condicionado. Tudo bem que não é pra descaracterizar o lugar, mas fica todo mundo ensopado de calor.

Todo mundo se mistura num salão gigantesco. Arrisco-me a dizer que seja o maior espaço pra se dançar em BH. O clima é das antigas mesmo: Sem empurra empurra, sem confusão. E se te convidam pra dançar, não dá pra dizer não. Etiqueta de salão.

Para os não iniciados no samba de gafieira, nada de pânico: dá pra sentar, tomar uma cerveja numa mesa bacana ou num dos sofás espelhados pelo enorme salão. Dá pra ver gente bonita e dança de salão de qualidade. Dá pra paquerar. E depois de umas cervejas, se arriscar a sambar um pouco. Não é pecado e nem todo mundo é profissional. O negócio é se divertir.

Por falar em profissional, atração a parte são os monitores disponíveis pra dançar com as moçoilas sozinhas. Ao preço de 2 reais e uma picotada no cartão, bem como antigamente, é possível dançar uma música com quem entende do riscado.

O mineiro vem mostrando que gosta de samba. Na capital já são muitas as casas especializadas. Desde a tradicional Cartola, no Caiçara aos novos points na Savassi: Bhar Savassi, Ideal e Gamboa são ótimas opções mais centrais.

OBS: Eu que sou mineira, apaixonada por samba e pela dança de salão e que não sou boba nem nada tenho feito via sacra pelos points de samba da cidade. Se tivesse mais grana e mais samba no pé iria a outros e outros mais. Para quem mora aqui na capital ou para quem vem conhcer, indico vários. Pode perguntar.

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segunda-feira, 14 de março de 2011

Luto canino

O mais triste da morte de alguém muito próximo é que ela fica voltando durante dias e dias...acho que durante toda a vida de quem fica, em forma de saudade.
Perdi meu cão. E por mais que eu tenha gastado lágrimas e mais lágrimas no dia da morte dele, a dor fica voltando. Volto para casa e quase espero encontrar a figura peluda dele eufórica com a minha chegada. Eu o vejo nos cantos da casa. Espero o latido dele quando ligo a máquina de lavar. Me pego comprando as coisas que ele passou a comer no fim da vida quando vou ao supermerado.
Nem todo mundo entende. Alguns criticam. Outros me mandam arumar outro. Pra maioria era só um cachorro.
Mas ele era meu amigo, meu companheiro de todo dia. E por esse amigo eu ainda vou sofrer um pouco, ainda que outros cães, certamente, venham a fazer parte da minha vida.

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quarta-feira, 9 de março de 2011

COM A CORDA TODA

De volta ao batente e ao mundo virtual.
As férias foram longas. O corpo descansado, a cabeça nem tanto. Cuidando do meu cão velhinho e doente.
Assim que conseguir colocar as coisas em ordem, prometo voltar com a corda toda pra cá também!!!!!!

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domingo, 23 de janeiro de 2011

NÃO É CLARICE

Eu gosto de Clarice Lispetor. Gosto principalmente de como uma frase dela equivale a um parágrafo meu. No twitter adoro o @FrasesDeClarice.
Mas depois de ler o livro "Só para mulheres" tive certeza: se um autor escreve sob pseudônimo é porque pretende mesmo se manter no anonimato. E faz bem seguir sua vontade. O livro tem "conselhos de sedução, moda, beleza e etiqueta, além de dicas de economia doméstica, receitas culinárias e de saúde" em colunas escritas por Clarice Lispector para os jornais Comício, Correio da Manhã e Diário da Noite, nas decadas de 50 e 60. Definitivamente o livro não é Clarice. É Teresa Quadros, Helen Palmer e Ilka Soares. Mas não Clarice.

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A chic é Rosana
Não usa pretinho
pra não dar pinta





Denis
coluna tranqüila
e coração ereto






Tássia
pin up e lambe-lambe
Lambe cria






Dorotéia
só escreve em italic







Paula Bolzan






Nívea Bona
Marca compasso
Vem pro abraço






Marina Victal
Mineira apresenta armas
Espada em punho








Melhores de 2008
Em 2009 eu vou...
Melhores de 2009
Em 2010 eu vou...
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Melhores de 2011
Em 2012 eu vou...
Melhores de 2012
Em 2013 eu vou...
Enviado Divino
Meu Primeiro Professor









    I Clichê


    II Clichê


    III Clichê


    IV Clichê


    V Clichê


    VI Clichê




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