Divino Ari II
Uma divindade para um divino no dia do seu aniversário!!!
Beijo, divino Ari!
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"Se o Lula morresse agora..."
Segundo a teoria Diviniana só morre na hora quem é perfeito.
Isso me fez lembrar o meu amigo Tercio Rimoli, publicitário e artista plástico goiano e exímio contador de causos e piadas.
Nas mesas de bar, madrugada a dentro, a sua verve e o seu senso de humor eram garantia de uma seqüência infindável de “saideiras”, para desespero dos garçons.
Um dos seus capi lavori era o anúncio do que ele chamava de notas de falecimento.
Com voz de locutor, grave e profunda, anunciava: “Notas de Falecimento...”
(E aí, já com a voz e a entonação de Carlos Imperial na apuração das notas das escolas de samba cariocas):
“Tancredo Neves... DEZ!... Nota DEZ!!!”
“Ulisses Guimarães... DEZ!... Nota DEZ!!!”
“Irmã Dulce... NOVE VÍRGULA OITO!... Demorou muito no quesito desencarnação.”
E assim por diante.
Então me pergunto e “Se o Lula morresse agora?...”, que nota receberia?
A julgar pelas pesquisas, boas notas, certamente.
Muitos DEZ! Nota DEZ!!!...
Alguns ZEROS, também, sem dúvida. Diogo Maynard e o pessoal da Veja, meu amigo Eduardinho, meu cunhado Chico, minha amiga Eliana Sampaio e seu marido Assis, mas que não abalariam em nada o prestígio do cara que, se já é tão grande em vida, imagine depois de morto, quando pecados até bem maiores que os seus (dele) costumam ser relevados.
Fátima Bernardes e William Boner, visivelmente emocionados e compungidos anunciariam a morte do grande estadista brasileiro. Os feitos positivos do seu governo ganhariam destaque ainda maior, consagrando-se definitivamente a máxima “Nunca antes nesse país...”.
A imprensa internacional daria um destaque justamente do tipo nunca antes visto nesse país quando da morte de um presidente.
Os representantes dos governos dos mais diversos países, do Oiapoque ao Chuí, fariam pronunciamentos emocionados, ressaltando as qualidades do “filho do Brasil”.
De Ahmadinejah a Fidel/Raul, passando por Chavez, Evo, Obama, Sarkozy e a putada toda.
“Se o Lula morresse...”, deixaria um séqüito incomensurável de viúvas e carpideiras até no mais recôndito rincão do Brasil, a lamentar o fim dos PACs, Bolsas isso e aquilo, Fomes Zero, Minhas Casas Minhas Vidas e por aí vai.
Mas a maior de todas as viúvas,
sem margem de dúvida seria D. Dilma.
Que, fatalmente,
dada a verve irônica e gozadora dos “órfãos” brasileiros, receberia, de pronto, a alcunha
"Viúva Porcina, aquela que foi sem nunca ter sido.
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Meu "cãopeão", o Bóris é um labrador de fina estirpe, cor de chocolate, bonitão e de excelente índole. Ele botou a fila pra andar e emprenhou 3 belas cadelas. Marcadores: a convite, Ari Coelho, Tássia Novaes
É Ari "Bogie" pegando carona na fase Cruel inaugurada por San Blair. Marcadores: a convite, Ari Coelho
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por Ari Bogie
Quando o meu filho, Diego, tinha uns 7 ou 8 anos, entramos em uma lanchonete próxima a um curso de decoração de interiores, no bairro do Rio Vermelho. Só havia mulheres na tal lanchonete (devia ser hora do recreio). Rapa!... Elas faziam tamanho barulho, falando quase todas ao mesmo, que nós dois permanecemos quietinhos, quase assustados, fazendo nosso lanchinho. De repente: vrum! Foram-se! Todas ao mesmo tempo, como revoada de andorinhas.
Seguiu-se um silêncio sepulcral.
Foi aí, que meu filho, do alto da sua sapiência de 8 anos de existência, proclamou categoricamente:
"Mulheres... bah!..."
Na ocasião, tivemos ambos frouxos de riso. Hoje, percebo que o meu garoto, apesar da tenra idade, já apresentava os sintomas da eterna angústia masculina por querer entender as mulheres.
Freud, somente numa idade bem mais avançada que a do meu filho, e encucado com a questão da feminilidade, "esse continente negro", formulou a clássica pergunta à princesa e psicanalista Maria Bonaparte:
- "o que quer a mulher?".
Um doce para quem tiver a resposta.
A partir desses dados, e muito em razão do delicioso ambiente deste divino blog, decidi por consultar o Oráculo do Google.
Digitei lá a desesperada dúvida freudiana: "O que quer a mulher?"
Aí, choveu.
Quer atenção. Quer ser notada na sua essência de mulher. (ui, ui...) Quer proteção. (camisinha sempre) Quer cuidar de alguém. (síndrome de baby sitter) Quer ser única. (sofre de dupla personalidade, é?) Quer estabilidade. Ser "para sempre" é o seu ideal. (ui, ui... again) Quer ter filhos saudáveis. (tem quem não queira?) Quer cumplicidade e companheirismo, mas também liberdade e individualidade. (só isso?) Quer ser desejada. (e quem não quer?) Quer liberdade para amar a quem quiser, sem preconceitos. (idem) Quer ser respeitada, considerada. (idem) Quer amar e gozar com carinho. (idem, ibidem) Quer que o homem adivinhe seus desejos. (ó paí!...) Quer que o homem lembre das datas de aniversário. (isso é um problemão) Quer falar com as amigas o que um homem não sabe ouvir. (fofocas, certamente) Quer ser perdoada quando pedir perdão. (ai, meus ovinhos) Quer ser olhada nos olhos, bem dentro dos olhos. (que tal procurar um oftalmologista?) Quer descansar com afeto, sem intenções outras. (isso, quando não alega dor de cabeça) Quer andar no mistério, mas de mãos dadas. (cabeça, essa!) Quer escrever para publicar. (seria de preocupar se fosse pra permanecer inédita) Quer dominar seus impulsos de ciúmes. (grrrrrrrrr!!!) Quer seguir o rio que secou. (é retirante da seca, é?) Quer se aquecer no que não tem significado. (paaaarraaa!!!... captaram?...) Quer se sentir inteira ao desfazer a bagagem. (se a viagem foi de buzu, fica difícil) Quer dobrar o sol como uma carta. (Caraça!!! É o David Coperfield?...) Quer urrar de prazer, quando é penetrada. (uia!!!) Quer penetrações variadas, profundas e sucessivas! (uiaaaaaaaaaaaa!!!) Não é por nada... Mas, não é querer demais, não? Essa última querência aí, mesmo... Tudo bem, quanto a "variadas e profundas". Já quanto a sucessivas, a coisa pega porque a natureza nos pregou uma baita de uma peça. O tal do período refratário é flórida! A gente bem que gostaria, se é que isso pode servir de consolo. E, por falar em consolo... Deixa pra lá, vai. Minhas queridas e cruéis Divinas... Agora, falando sério, a intenção é a de prestar homenagem a todas vocês, assim como a todas (ou quase todas) as mulheres do mundo. Devoto (ato falho: tinha escrito devoro, ao invés de devoto) pelo sexo feminino uma enorme admiração e um profundo amor, não apenas no sentido bíblico. A intenção, longe de desmerecer a vocês, mulheres, é a de enaltecer o caráter misterioso, encantador, instigante e tesudo da mais interessante criação do Universo. E mais: estejam certas de que as frases mais babacas encontradas no Oráculo Google foram escritas por homens. Aposto!
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