segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Divino Ari II


Uma divindade para um divino no dia do seu aniversário!!!
Beijo, divino Ari!

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sábado, 10 de abril de 2010

SE O LULA MORRESSE AGORA by Ari Coelho

Eis que, cada vez mais divinas e, claro, mais cruéis, recebo um mote: "Se o Lula morresse agora..." Segundo a teoria Diviniana só morre na hora quem é perfeito. Isso me fez lembrar o meu amigo Tercio Rimoli, publicitário e artista plástico goiano e exímio contador de causos e piadas. Nas mesas de bar, madrugada a dentro, a sua verve e o seu senso de humor eram garantia de uma seqüência infindável de “saideiras”, para desespero dos garçons. Um dos seus capi lavori era o anúncio do que ele chamava de notas de falecimento. Com voz de locutor, grave e profunda, anunciava: “Notas de Falecimento...” (E aí, já com a voz e a entonação de Carlos Imperial na apuração das notas das escolas de samba cariocas): “Tancredo Neves... DEZ!... Nota DEZ!!!” “Ulisses Guimarães... DEZ!... Nota DEZ!!!” “Irmã Dulce... NOVE VÍRGULA OITO!... Demorou muito no quesito desencarnação.” E assim por diante. Então me pergunto e “Se o Lula morresse agora?...”, que nota receberia? A julgar pelas pesquisas, boas notas, certamente. Muitos DEZ! Nota DEZ!!!... Alguns ZEROS, também, sem dúvida. Diogo Maynard e o pessoal da Veja, meu amigo Eduardinho, meu cunhado Chico, minha amiga Eliana Sampaio e seu marido Assis, mas que não abalariam em nada o prestígio do cara que, se já é tão grande em vida, imagine depois de morto, quando pecados até bem maiores que os seus (dele) costumam ser relevados. Fátima Bernardes e William Boner, visivelmente emocionados e compungidos anunciariam a morte do grande estadista brasileiro. Os feitos positivos do seu governo ganhariam destaque ainda maior, consagrando-se definitivamente a máxima “Nunca antes nesse país...”. A imprensa internacional daria um destaque justamente do tipo nunca antes visto nesse país quando da morte de um presidente. Os representantes dos governos dos mais diversos países, do Oiapoque ao Chuí, fariam pronunciamentos emocionados, ressaltando as qualidades do “filho do Brasil”.

De Ahmadinejah a Fidel/Raul, passando por Chavez, Evo, Obama, Sarkozy e a putada toda.

“Se o Lula morresse...”, deixaria um séqüito incomensurável de viúvas e carpideiras até no mais recôndito rincão do Brasil, a lamentar o fim dos PACs, Bolsas isso e aquilo, Fomes Zero, Minhas Casas Minhas Vidas e por aí vai.

Mas a maior de todas as viúvas, sem margem de dúvida seria D. Dilma. Que, fatalmente, dada a verve irônica e gozadora dos “órfãos” brasileiros, receberia, de pronto, a alcunha "Viúva Porcina, aquela que foi sem nunca ter sido. " Ari Coelho

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sexta-feira, 5 de março de 2010

RECADO

D'Ele:
Pessoal, Meu "cãopeão", o Bóris é um labrador de fina estirpe, cor de chocolate, bonitão e de excelente índole. Ele botou a fila pra andar e emprenhou 3 belas cadelas.
Uma é mulata, digo, chocolate como ele.
A outra é negona, digo preta
e a última é loiraça, digo, amarela. O cara tá pudendo. Como terei direito a diversos filhotes, estou colocando-os à venda por preço bem módico, já que, apesar de pertencer a uma linhagem nobre, eu não tirei o pedigree do cara. E acho que as cachorras são plebéias. Da primeira esposa, nasceram OITO filhotes todos cor de chocolate e machos. Então, qualquer R$ 350 tá valendo. Ele, há sete anos, custou R$ 600. Os filhotes ainda estão com as mães. Divulguem!

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segunda-feira, 21 de julho de 2008

PRESENTE D'ELE

O importante é continuarem amigas ...
É Ari "Bogie" pegando carona na fase Cruel inaugurada por San Blair.
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terça-feira, 3 de junho de 2008

ELE ESCREVEU ...

DE PAIXÕES E INVENÇÕES Sabe aquele dia, aquele momento, aquele preciso instante quando, sem quê nem pra quê, descobrimos que já não amamos mais aquela determinada pessoa? E aí, tudo parece tão incrível, tão distante, tão ilógico... tão ridículo?
Geralmente isso acontece nas histórias em que somos rejeitados, substituídos, dispensados e permanecemos apaixonados (e sempre permanecemos, quando recebemos um “pé na bunda”, aliás, o pezinho mais lindo do mundo). E haja masoquismo.
Queremos ouvir as músicas, sentir os odores, rever os lugares, lembrar dos momentos fantásticos. E, assim, vamos seguindo. Apaixonados. Cotovelo luxado, coração em pedaços e torrando o saco dos coitados dos amigos. Um dos primeiros sintomas desse estado é a esquizofrênica mania de perseguição, já que tudo parece conspirar para nos fazer lembrar, nos fazer permanecer na bolha assassina da paixão. No rádio do carro, aquela música. No elevador do escritório, aquele perfume. No restaurante, a amiga dela. E na cabeça, ela, ela, ela e mais ela. Estive lendo um artigo chamado “Viciados em paixão”, onde consta: “Segundo os neurocientistas, o organismo dos apaixonados produz grandes doses de anfetaminas naturais como dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São elas as responsáveis pela euforia típica que tira os nossos pés do chão, mas também podem causar dependência. ... Você sabia que o vício de paixão está ligado ao vício de adrenalina? As pessoas dependentes de paixão ‘amam’ essa sensação provocada pela adrenalina no corpo. Elas gostam da sensação de gostar, de apaixonar-se.”
Sempre acreditei que é justamente esse vício que nos faz permanecer apaixonados, mesmo quando a paixão acabou. Ou seja, quando o objeto da paixão já deixou de importar a muito tempo, e o que importa é manter a paixão, ainda que na dor, no desespero. Importa é manter-se apaixonado. Esticar ao máximo aquela sensação indescritível de pisar nas nuvens, de, como falam os mineiros, “estar no céu de bunda de fora”. Ê ventinho bão, sô! Por isso a surpresa quando, não mais que de repente, constata-se não se estar mais apaixonado pela figura. De fato, a paixão se foi há tempos, mas o vício, a dependência ficou. Na veia, nas vísceras, no rim esquerdo. Recusamo-nos a desapaixonar e tornar a ver o mundo em suas cores normais e, agora, monótonas. A abstinência das tais dopamina, norepinefrina e feniletilamina (coquetel da pesada, não tem ecstasy certo) nos apavora e, dessa forma, quando descobrimos não estar mais apaixonados, percebemos que já não o estávamos há muito tempo. A pessoa objeto da paixão nos parece, agora, muito distante, quase irreal mesmo. A paixão foi tão mais importante que a sensação, por vezes, é de que ela nem sequer existiu. E, não raro, não existiu mesmo. Foi puro delírio, mera alucinação, simples (não tão simples assim) criação da nossa ânsia de amar e ser amado, que nos leva a confundir o amor com a paixão, e/ou vice-versa. A matéria citada, finaliza dessa forma: “Segundo pesquisa feita pela Universidade Cornell de Nova York, as substâncias que controlam este sentimento são encontradas juntas no corpo humano apenas durante as fases iniciais do flerte. Com o tempo, o organismo vai se tornando resistente aos seus efeitos, e toda a loucura e a atração vão sumindo. O casal, então, se vê frente a uma dicotomia: ou se separa ou habitua-se a manifestações mais brandas de amor - companheirismo, afeto e tolerância -, permanecendo junto.” E é aí que o bicho pega. É aí que o bicho come... ou, pior, não come mais.

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quarta-feira, 28 de maio de 2008

ELE ESCREVEU ...

por Ari "Bogie" Coelho Costumo pedir aos meus alunos sugestões de temas, quaisquer temas, para discussão em sala de aula, com o objetivo de reforçar o modo como vejo e proponho que seja visto o estudo da filosofia. Temas os mais variados são sugeridos, mas nenhum deles é tão votado quanto o amor. Percebe-se que, de um modo geral, ao se referirem ao amor, eles têm em mente o amor erótico-afetivo. O apaixonar-se. E isso gera um certo grau de dificuldade, no sentido de tentar levá-los a ampliar a questão, na direção do que eu chamo de um “amor Jota Quest”, um amor maior. Lançando o mote para esquentar a discussão, questiono a possibilidade de esse amor, ao qual tanto nos apegamos, poder ser, ele mesmo, uma estratégia de fuga do nosso ego das possibilidades de algo mais amplo, já que isso implicaria em desapego. Passando pelo caos de Hesíodo e o surgimento de Eros e Psique. Pela teoria da androginia de Aristófanes. Por Sócrates (Eros como “um anelo de qualquer coisa que não se tem e se deseja ter”). Por Platão (Eros como a “ânsia de ajudar o eu autêntico a realizar-se”). Pelo princípio cartesiano do “Ser Desejante X Ser Pensante”. Por Hegel (“amar é desejar o desejo do outro”). Enfim, preparando o terreno para adentrarmos nas questões, do egoísmo, do narcisismo, do ciúme, da dificuldade do encontro como estabelecimento de vínculos, da alteridade, do amor maduro, e por aí vai. Mas, de fato, nenhuma das abordagens feitas mobiliza mais a galera do que a do Mito de Procusto. O tal do Procusto, que morava na margem de uma estrada, costumava seduzir os viajantes oferecendo-lhes pouso em sua confortável casa. Acontece que o sujeito tinha o mau costume de adaptar o hóspede à única cama da casa. Se eram pequenos, os alongava, se eram grandes, os mutilava, para que coubessem à perfeição na cama. Seremos todos nós, desalmados Procustos, ao querer adaptar o outro à nossa própria medida, sempre em nome do “amor”? Para a maioria de nós, é muito difícil manter a alteridade, ou seja, permanecer outro, quando estamos “amando” e, por conseguinte amar o outro como ele é. No caso, alteridade significa o amor maduro. Manter a alteridade implica em respeito, por si próprio e pelo outro, contemplando a preocupação com o seu crescimento do jeito que ele é, e não como queremos que seja. Manter a alteridade é permitirmo-nos viver um amor maduro, no sentido de liberdade e generosidade. Um amor fundado na reciprocidade. Essa diferença entre o amor EGO (maduro) e o amor ALTER (maduro) foi muito bem expressa na frase do psicanalista e escritor alemão Erich Fromm:
“O amor imaturo diz: amo-te porque necessito de ti; o amor maduro diz: necessito de ti porque te amo”.
Amor e Seu Tempo
Carlos Drummond de Andrade
Amor é privilégio de maduros
Estendidos na mais estreita cama,
Que se torna a mais larga e mais relvosa,
Roçando, em cada poro, o céu do corpo.
É isto, amor: o ganho não previsto,
O prêmio subterrâneo e coruscante,
Leitura de relâmpago cifrado,
Que, decifrado, nada mais existe
Valendo a pena e o preço do terrestre,
Salvo o minuto de ouro no relógio
Minúsculo, vibrando no crepúsculo.
Amor é o que se aprende no limite,
Depois de se arquivar toda a ciência
Herdada, ouvida.
Amor começa tarde.
E então, meninas?... o que vocês pensam sobre esse tal de amor?

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segunda-feira, 26 de maio de 2008

ELE ESCREVEU ...

Eu acho que eu não devia aparecer assim, tipo sempre.
Ficaria mais pra um lance de participação especial,
com forte dose de testosterona,
buscando sempre o equilíbrio entre o yin e o yang.
As luas e o sol. O grande astro.
Pensei até em fazer uma coisa meio ombusdman,
meio advogado do diabo...
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sábado, 24 de maio de 2008

O QUE QUER A MULHER?

por Ari Bogie Quando o meu filho, Diego, tinha uns 7 ou 8 anos, entramos em uma lanchonete próxima a um curso de decoração de interiores, no bairro do Rio Vermelho. Só havia mulheres na tal lanchonete (devia ser hora do recreio). Rapa!... Elas faziam tamanho barulho, falando quase todas ao mesmo, que nós dois permanecemos quietinhos, quase assustados, fazendo nosso lanchinho. De repente: vrum! Foram-se! Todas ao mesmo tempo, como revoada de andorinhas. Seguiu-se um silêncio sepulcral. Foi aí, que meu filho, do alto da sua sapiência de 8 anos de existência, proclamou categoricamente: "Mulheres... bah!..." Na ocasião, tivemos ambos frouxos de riso. Hoje, percebo que o meu garoto, apesar da tenra idade, já apresentava os sintomas da eterna angústia masculina por querer entender as mulheres. Freud, somente numa idade bem mais avançada que a do meu filho, e encucado com a questão da feminilidade, "esse continente negro", formulou a clássica pergunta à princesa e psicanalista Maria Bonaparte: - "o que quer a mulher?". Um doce para quem tiver a resposta. A partir desses dados, e muito em razão do delicioso ambiente deste divino blog, decidi por consultar o Oráculo do Google. Digitei lá a desesperada dúvida freudiana: "O que quer a mulher?" Aí, choveu.

Quer atenção. Quer ser notada na sua essência de mulher. (ui, ui...) Quer proteção. (camisinha sempre) Quer cuidar de alguém. (síndrome de baby sitter) Quer ser única. (sofre de dupla personalidade, é?) Quer estabilidade. Ser "para sempre" é o seu ideal. (ui, ui... again) Quer ter filhos saudáveis. (tem quem não queira?) Quer cumplicidade e companheirismo, mas também liberdade e individualidade. (só isso?) Quer ser desejada. (e quem não quer?) Quer liberdade para amar a quem quiser, sem preconceitos. (idem) Quer ser respeitada, considerada. (idem) Quer amar e gozar com carinho. (idem, ibidem) Quer que o homem adivinhe seus desejos. (ó paí!...) Quer que o homem lembre das datas de aniversário. (isso é um problemão) Quer falar com as amigas o que um homem não sabe ouvir. (fofocas, certamente) Quer ser perdoada quando pedir perdão. (ai, meus ovinhos) Quer ser olhada nos olhos, bem dentro dos olhos. (que tal procurar um oftalmologista?) Quer descansar com afeto, sem intenções outras. (isso, quando não alega dor de cabeça) Quer andar no mistério, mas de mãos dadas. (cabeça, essa!) Quer escrever para publicar. (seria de preocupar se fosse pra permanecer inédita) Quer dominar seus impulsos de ciúmes. (grrrrrrrrr!!!) Quer seguir o rio que secou. (é retirante da seca, é?) Quer se aquecer no que não tem significado. (paaaarraaa!!!... captaram?...) Quer se sentir inteira ao desfazer a bagagem. (se a viagem foi de buzu, fica difícil) Quer dobrar o sol como uma carta. (Caraça!!! É o David Coperfield?...) Quer urrar de prazer, quando é penetrada. (uia!!!) Quer penetrações variadas, profundas e sucessivas! (uiaaaaaaaaaaaa!!!) Não é por nada... Mas, não é querer demais, não? Essa última querência aí, mesmo... Tudo bem, quanto a "variadas e profundas". Já quanto a sucessivas, a coisa pega porque a natureza nos pregou uma baita de uma peça. O tal do período refratário é flórida! A gente bem que gostaria, se é que isso pode servir de consolo. E, por falar em consolo... Deixa pra lá, vai. Minhas queridas e cruéis Divinas... Agora, falando sério, a intenção é a de prestar homenagem a todas vocês, assim como a todas (ou quase todas) as mulheres do mundo. Devoto (ato falho: tinha escrito devoro, ao invés de devoto) pelo sexo feminino uma enorme admiração e um profundo amor, não apenas no sentido bíblico. A intenção, longe de desmerecer a vocês, mulheres, é a de enaltecer o caráter misterioso, encantador, instigante e tesudo da mais interessante criação do Universo. E mais: estejam certas de que as frases mais babacas encontradas no Oráculo Google foram escritas por homens. Aposto!

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A chic é Rosana
Não usa pretinho
pra não dar pinta





Denis
coluna tranqüila
e coração ereto






Tássia
pin up e lambe-lambe
Lambe cria






Dorotéia
só escreve em italic







Paula Bolzan






Nívea Bona
Marca compasso
Vem pro abraço






Marina Victal
Mineira apresenta armas
Espada em punho








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Enviado Divino
Meu Primeiro Professor









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    II Clichê


    III Clichê


    IV Clichê


    V Clichê


    VI Clichê




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